Navegar de Balão


Dia 20 de agosto de 2016, a única previsão garantida seria de fortes emoções

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Regata Aratú Maragogipe a maior regata fluvial do Brasil,

2.3

Desde 1969  os antigos e tradicionais saveiros faziam uma regata para homenagear o padroeiros da cidade de Maragogipe “Regata de São Bartolomeu”. A regata original era apenas de saveiros, atualmente é uma grande festa pra todos os amantes do mar.

3.3

Foi minha primeira regata de competição. Mais de 100 barcos de velas içadas, subdivididos em 4 categorias, se amontoavam na Bahia de Todos os Santos

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Observar a maré, os ventos e definir uma estratégia de largada, tudo calculado,   saímos bem, mas alguém queimou a largada

9.1

                                O mar ainda estava pontilhado em branco e preto.                                                                 E todos manobraram de volta. Mais 15 minutos de espera,                                  mais uma vez decidir que direção tomar com um vento cada vez mais indeciso.

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Literalmente,  uma fragata da marinha entre nós.

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O mar foi colorido por balões inflados pela popa.

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O roteiro era pré-determinado, as boias foram previamente definidas, mesmo assim surpresas cruzavam nosso caminho, era  necessário redobrarmos a tenção.

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                 Hora de abrir Gennaker, 125m de tecido, um tamanho gigantesco,                       um peso enorme, suspenso em apenas três pontas.

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E ficou aberto em uma asa de pombo de 20 metros de altura

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Pouco a pouco vamos ganhando posições e navegando sobre o Rio Paraguaçu

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E vamos nos aproximando dos barcos que saíram na primeira bateria, como os antigos Saveiros, os grandes mestres por estas águas.

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Milha a milha a chegada se aproxima, e deixo de ser marinheira de primeira regata.

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 Maragogipe na linha do horizonte.

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Por que não é recomendado cesáreas a partir de 37 semanas de gestação?


O Conselho Federal de Medicina publicou uma Resolução,  junho de 2016, que define que um recém-nascido é considerado pronto para nascer no período de 39 semanas a 41 semanas. Contrariando esta recomendação, foi lançado um Projeto de Lei, PL nº5687, que libera cesáreas a partir de 37 semanas de gestação. Porém, não foram levados em conta os prejuízos para a saúde da mãe e do bebê. Pesquisadores das mais renomadas instituições do Brasil publicaram uma carta aberta contra o PL nº5687  apresentando os riscos, comprovados com  base em pesquisas científicas, de um bebê nascer antes do tempo. Decidi fazer um infográfico que resume essas informações. Uma cópia  da carta aberta escrita pelos pesquisadores está publicada abaixo.

Só o bebê sabe quando está pronto para nascer!

Bia Fioretti Infograf

Pesquisadores publicam carta aberta contra o PL nº5687 que libera cesáreas a partir               de 37 semanas de gestação.

Pesquisadores das instituições científicas abaixo relacionadas que atuam nos temas de redução da prematuridade e da melhoria do desenvolvimento infantil vêm a público se pronunciar contra o Projeto de Lei nº5687. Sob a alegação de defender a “autonomia da mulher e seu direito de escolha”, o PL libera cirurgias cesarianas a partir de 37 semanas de gestação, contrariando todas as evidências científicas que apontam prejuízos para a saúde da mãe e, principalmente, do bebê.

O PL nº5687 contraria recente Resolução 2.144/2016 do Conselho Federal de Medicina, divulgada em 22 de junho de 2016, que determina que um recém-nascido é considerado pronto para nascer no período que vai de 39 semanas a 41 semanas. A resolução segue normas do Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) e tem o objetivo de reduzir o nascimento de crianças imaturas, denominadas de termo precoce, que nascem entre 37 e 38 semanas e seis dias gestacionais. 

As últimas semanas de vida da criança dentro do útero e o trabalho de parto são fundamentalmente dedicadas à preparação fina do bebê para sua convivência com o mundo exterior. Isso inclui adaptações à pressão atmosférica, mudanças de temperatura, ruídos, luz, bactérias e a necessidade de respirar e se alimentar. A interrupção abrupta desse processo de amadurecimento, na 37ª semana, gera perdas múltiplas. A literatura científica tem mostrado que esse grupo de recém-nascidos apresenta maiores riscos para a sua saúde a curto, médio e longo prazo.

A Pesquisa Nascer no Brasil, realizada em 2011-2012 com 24.000 mulheres sob a coordenação da Fundação Fiocruz, mostrou que 35% dos recém-nascidos brasileiros nasceram com 37 semanas, a termo precoce. Isso corresponde a mais de um milhão de bebês imaturos. Eles apresentaram um risco quatro vezes maior de morte ao nascer e duas vezes maior de internação em UTI neonatal em relação aos nascidos com 39 semanas de gestação. Quando esses nascimentos se deram por meio de uma cesariana, os riscos aumentaram para 10 e três vezes, respectivamente.

Os dados brasileiros são coerentes com a literatura científica, que aponta não somente riscos para a saúde dos recém-nascidos imediatamente após o nascimento como também nos primeiros meses de vida. Na Pesquisa Nascer no Brasil, a taxa de reinternação hospitalar foi de 9,5% para os bebês a termo precoce, 50% acima do ocorrido para os nascidos a partir de 39 semanas. Prejuízos para o aleitamento materno também foram verificados. Além disso, maiores gastos hospitalares sobrecarregam o sistema de saúde já carente de financiamento.

A literatura científica internacional também descreve danos a longo prazo, como maior risco de morte e hospitalização na infância (também verificado em estudo de coortes de Pelotas-RS) e maiores chances de desenvolver obesidade, hipertensão, diabetes, asma e alergia na vida adulta. As pesquisas identificaram também prejuízos ao aprendizado de línguas e de matemática e pior desempenho escolar.

Considerando-se apenas os bebês nascidos entre 37 e 38 semanas por cesariana, sem qualquer doença materna ou fetal, chega-se ao número de 300.000 recém-nascidos submetidos anualmente a todos esses riscos desnecessários no Brasil.

Diante dessas evidências científicas, nos posicionamos veementemente contra o Projeto de Lei nº 5687 por considerá-lo um retrocesso e um desserviço ao esforço que o país tem feito nos últimos anos para promover a saúde, principalmente no período de gestação e de nascimento, e reduzir doenças e mortes maternas e infantis.

É importante ressaltar que somos defensores da autonomia ampla da mulher, desde que ela seja exercida por meio da escolha informada, consciente e baseada em evidências científicas. Acreditamos que repassar exclusivamente para a gestante a decisão sobre o momento e tipo de parto significa isentar de responsabilidade o profissional que realiza o pré-natal e o parto. Essa decisão deve ser uma escolha consciente e compartilhada entre família e equipe de saúde.

Além disso, consideramos que é preciso investir na qualidade do atendimento à mulher no pré-natal, durante e depois do parto com um cuidado centrado em suas necessidades. Isso elimina o excesso de intervenções obstétricas desnecessárias que acabam por funcionar como propaganda para as cesarianas, que somente deveriam ser realizadas por justificada indicação clínica.

Como pesquisadores e profissionais de saúde, é nosso papel defender os direitos de todos os bebês brasileiros de completarem seu desenvolvimento intrauterino e terem assegurada uma assistência adequada no nascimento e uma vida futura saudável, com capacidade de atingir todo o seu potencial de crescimento, desenvolvimento e inserção social. A privação desses direitos é eticamente inadmissível. 

 

Antonio Fernandes Moron – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-SP)

Bernardo Jefferson de Oliveira – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG-MG)

Carmen Gracinda Silvan Scochi – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (USP-SP)

Iná S. Santos – Universidade Federal de Pelotas (UFPel-RS)

José Guilherme Cecatti – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP)

José Maria Lopes – Instituto Fernandes Figueira (IFF-RJ)

José Simon Camelo Júnior – Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP-SP)

Luiz Roesch – Universidade Federal do Pampa (Unipampa-RS)

Marcos Augusto Bastos Dias – FIOCRUZ (RJ)

Maria da Conceição do Rosário – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-SP)

Maria do Carmo Leal – Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ (RJ)

Maria Yury Travassos Ichihara – Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz/FIOCRUZ (BA)

Mauricio Lima Barreto – Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz/FIOCRUZ (BA)

Paulo Saldiva – Universidade de São Paulo (USP-SP)

Renato Soilbelmann Procianoy – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS-RS)

Rita de Cássia Silveira – Hospital das Clínicas de Porto Alegre – (HCPA-RS)

Rodolfo de Carvalho Pacagnella – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP)

Silvia Regina Dias Medici Saldiva – Instituto de Saúde (IS-SP)

Sonia Isoyama Venancio – Instituto de Saúde de São Paulo (SP)

Sônia Lansky – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG-MG)

Tania Maria Ruffoni Ortiga – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ-RJ)

 

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Dois de fevereiro, dia de Iemanjá


Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá

Escrevi um bilhete a ela Pedindo pra ela me ajudar

Ela então me respondeu
Que eu tivesse paciência de esperar

O presente que eu mandei pra ela

De cravos e rosas vingou
Chegou, chegou, chegou

Olinda, 2008, parteiras fazendo uma oferenda a Iemanjá na abertura ecumenica do Congresso Cais do Parto

texto: Dorival Caymi,  fotos: Bia FIoretti

 
 
 

Afinal que o dia dela chegou

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Esculpa seu corpo com a marca do Biquini



Verão, uma gaveta cheia de biquínis, um desfile na praia, um por dia.

Qual é a tendência da estação? Sutiã cortininha, meia taça tomara que caia? Qual a cor, a estampa que vai arrasar?

Mas tem um momento que é o  momento da verdade. Na hora de tirar o biquíni , qual a marca que deixa o seu peito mais bonito e mais sexy?

Essa é a nossa modelo, um tanto fake mas dá pra me fazer entender, com um pouco de Photoshop

Qual desses peitos parece maior, qual parece mais caído e qual é a marquinha que dá um UP ?

Tomara que caia reto, tipo faixa,  é um desastre total, a marca dá uma ilusão de achatar o peito e mesmo quem tem silicone não fica bonito.

O biquíni “ tomara que caia “com bojo ou armação é lindo na praia , mas a marquinha é a pior de todas, os seios parecem dois olhos tristes de óculos, dá a ilusão  de deixar o muito pra baixo. Quem já tem alguma flacidez nem pensar em usar esse modelo

Sutiã clássico é ideal pra quem tem pouco peito, ainda mais porque atualmente o tal meia taça tem bojo e na praia dá a ilusão que o seio é maior.  A marca dele dá uma ilusão de aumentar do volume, principalmente na parte mais baixa do seio. Apesar da marca ficar grande mas levanta e aumenta o peito.


O velho, que nunca sai de moda, é o famoso cortininha, porque será? Eu acho que é porque a marca dele é imbatível, é a melhor marca de biquíni que podemos ter, ainda mais se vc alinhar a cordinha com o bico do peito.

A ilusão de ótica dele é quase uma plástica,  é a maior sedução.

Na praia vc não fica com um peitão mas a quatro paredes dá um show.

Agora no final das contas vc pode usar todos, depende da ocasião,  se vc vai desfilar por aí  vai encontrar toooodo mundo, arrase nos modelos da estação, se mantenha a sombra e com muito filtro  solar (é um horror o festival das marcas no seu peito).

Na hora que vc decidir realmente tomar sol esculpa a sua marca , com se fosse uma pintura no seu corpo, afinal a marquinha é importantíssima na hora H, o seio é um grande ícone do feminino


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Onde foi parar a fita K7?


Não dá pra imaginar o mundo antes da fita K7. Me lembro um dia que meu pai herdou um gravador de rolo, era um tesouro e um trambolho. Depois esse rolo virou um carretel pequeno, facilmente transportado e customizado. Editar as próprias músicas, gravar as pessoas e poder transportar isso com vc pra todo canto foi revolucionário.

Os primeiros gravadores e as fita K7 foram criado pela Philips mas foi a Sony que surpreendeu, no final dos anos 70, com o walkman. Meu primeiro walkman, da Sony, ganhei de um namorado que o pai dele havia trazido do Japão, foi  dos presentes mais incríveis que já tinha ganho, era portátil, podia customizar as músicas e tinha um fone de ouvido revolucionário. Aquele foi o início do som individual precursor dos Ipods da vida, (e hoje não conseguimos nos imaginar sem eles).

Perguntei pra alguns amigos e muitos ainda guardam com carinho as relíquias dos seus K7s pessoais, mas nunca mais as ouviram e nem sabem se ainda funcionam.


Outro dia, no bazar Ser Sustentável com Estilo da @chiaragadaleta, me apaixonei por uma bolsa, feita em tear, com fita k7, meu saudosismo atacou e não resisti.

Mas, o que mais me intriga é imaginar o conteúdo das informações que tem dentro dessas fibras, música, uma gravação de uma festa, a voz de uma criança ou um mapa astral?

Qual o segredo guardado dentro desse tecido sintético feito em tear manual. Olho pra ela e penso lixo ou luxo? A customização da informação gravada em uma fita magnética, que já foi de alta tecnologia, foi trabalhada como uma fio natural.

Seja qual for a resposta vou passear por aí com essas informações incógnitas.

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Arquivado em ARTE, CUSTOMIZAÇÃO, EXPERÊNCIA DE VIDA, GLAMOUR, MEUS LOOKS, VIAJEI

Video Mapping


O Vídeo mapping é uma pintura de luz na arquitetura, é considerada o futuro da projeção. Uma ilusão ótica através do mapeamento do espaço físico, imagens são projetadas  direto na arquitetura sem tela de projeção

O Processo é complexo e exige uma superprodução, mas dá pra ter uma idéia nesse vídeo da Casa Botines, um prédio criado por Gaudi na Espanha. Fachadas, colunas, janelas, portas, qualquer superfície pode ser mapeada. A primeira fase é a planta, a analise da potencia do projetor e as suas distâncias, depois é criado o conteúdo em vídeo que é sincronizado, com a ajuda de um software, as imagens o som os projetores gerando uma ilusão de ótica ou cenários.

Ou pode ser feita uma mega interferência como esse outro video, em Houston no Texas, George R. Brown Convetion Center

Essa semana fiz um curso de mapping na Escola São Paulo com o videoartista e diretor de arteJosé Luiz Sampaio, que desenvolveu uma linguagem própria de video arte

Depois de 4 dias de curso ele mostrou seu trabalho no show da Blubell, uma cantora empoderadíssima, com personalidade própria, que ainda vai dar o que falar,  ela lançou dia 21/01/2010 o seu segundo CD no Sesc Pompeia, com participação de Baby Brasil (outra mulher revolucionária que fez história). O evento foi ótimo os videografismos integradissimos na música com a direção de arte  foi um fechamento de curso com chave de ouro.

Aqui vai uma palhinha da música da banda da Bluebell, que canta na abertura do Seriado Aline da rede Globo, agora a referência do trabalho do Zé vc terá que esperar o proximo show ou a próxima aula dele.

Agora, mais uma referência de mapping aqui no Brasil que circulou pela rede no ano passado se vc não viu, veja pelo menos o final surpeendente desse trabalho

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Hoje é o dia Internacional da Menstruação


02 de maio, segunda-feira!

1 milhão de mulheres celebrando sua menstruação!

Quando a Sabrina Alves, criadora do Clã dos Ciclos Sagrados, me convidou a integrar uma campanha internacional de celebração da menstruação eu vibrei! Eu, Bia Fioretti, estudo há anos os Ritmos do Feminino, os significado da menstruação e seus ciclos. Esse é um dos meus temas favoritos quando entrevisto as parteiras (já são mais de 900 mulheres ocidentais no projeto “Resgate da Essência do Feminino Mães da Pátria“). Eu pessoalmente sempre curti todos os 28 dias do meu ciclo.

Foi um grande desafio traduzir graficamente o que é menstruar e foi também uma grande experiência interior pra mim.

A primeira idéia foi representar graficamente um pingo de sangue.

A menstruação é um gotejar no sentido em direção a mãe terra. O que significa o pingo? A mulher selvagem, como as mamíferas, ciclavam sem absorvente e derramavam seu sangue na terra, a terra conseqüentemente absorvia esse pingo. Hoje em dia temos absorventes potentes e só vemos uma mancha, quando entramos em contato com esse pingo, dentro do chuveiro, por exemplo, é o pingo que caiu no azulejo gelado e impermeável. Não seria o mesmo impacto de ver um pingo de sangue de um acidente com faca ou um assassinato? Esse pingo tem dor associado a sua forma por isso desisti da forma de pingo.

A segunda idéia foi trazer a Celebração 

Menstruar deveria ser uma celebração da mulher, apesar de muitas não gostarem ou não saberem se conectar com esse período. A idéia foi o buscar a textura do vinho e o pingo da marca do vinho para representar a menstruação, mas a marca do vinho é característica e uma coisa não tem nada com a outra.

FLUIR – finalmente a intuição que eu buscava,  o movimento da tinta dentro da água

é o movimento de se entregar, é fluir na leveza de libertar a pressão que estava no seu interior.

É voar ou mergulhar? Pra quem percebe o alívio que temos ao menstruar sente  um prazer maior, que qualquer dor ou cólica, o desconforto vira descompressão e limpeza interior é o momento que jogamos muitos rancores no lixo. É a hora que o seu consciente se une ao inconsciente e flui em direção a terra.

Se vc gosta e quer se aprofundar no tema, hoje vamos comemorar essa data com um bate papo e uma programação especial, é só trazer 2 kilos de alimento

PROGRAMAÇÃO:

16hConference Call com a ativista menstrual americana autora do livro “Becoming Peers:Mentoring Girls into Womanhood”,  DeAnna L’am.Menstrual Monday – A Worldwide Sisterhood” (Segunda Menstrual: a irmandade mundial) com tradução.

+PALESTRAS:
17hs: “Magia e prazeres dos ritmos do feminino” – Bia Fioretti
18hs: “Cyber Ativismo Menstrual” – Danielle Sales
19hs
: “O potencial criativo da Menstruação” – Monika Von Koss
20hs as 21hs30
 – Mesa-redonda com Mediação de Sabrina Alves: Monika Von Koss, Danielle Sales, Bia Fioretti e participação de perguntas.

 Instituto Naradeva ShalaR. Coriolando, 169/171 (próximo ao Shopping Bourbon e ao Sesc Pompéia)

www.naradeva.com.br+Informações: http://www.campanhasegundavermelha.org/2vermelha     www.cladosciclossagrados.com +Siga-nos: TWITTER: @SegundaVermelha  +FACEBOOK   Fanpage: Campanha2aVermelha

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