Arquivo da categoria: NEM TE CONTO!

dicas, sugestões

Esculpa seu corpo com a marca do Biquini



Verão, uma gaveta cheia de biquínis, um desfile na praia, um por dia.

Qual é a tendência da estação? Sutiã cortininha, meia taça tomara que caia? Qual a cor, a estampa que vai arrasar?

Mas tem um momento que é o  momento da verdade. Na hora de tirar o biquíni , qual a marca que deixa o seu peito mais bonito e mais sexy?

Essa é a nossa modelo, um tanto fake mas dá pra me fazer entender, com um pouco de Photoshop

Qual desses peitos parece maior, qual parece mais caído e qual é a marquinha que dá um UP ?

Tomara que caia reto, tipo faixa,  é um desastre total, a marca dá uma ilusão de achatar o peito e mesmo quem tem silicone não fica bonito.

O biquíni “ tomara que caia “com bojo ou armação é lindo na praia , mas a marquinha é a pior de todas, os seios parecem dois olhos tristes de óculos, dá a ilusão  de deixar o muito pra baixo. Quem já tem alguma flacidez nem pensar em usar esse modelo

Sutiã clássico é ideal pra quem tem pouco peito, ainda mais porque atualmente o tal meia taça tem bojo e na praia dá a ilusão que o seio é maior.  A marca dele dá uma ilusão de aumentar do volume, principalmente na parte mais baixa do seio. Apesar da marca ficar grande mas levanta e aumenta o peito.


O velho, que nunca sai de moda, é o famoso cortininha, porque será? Eu acho que é porque a marca dele é imbatível, é a melhor marca de biquíni que podemos ter, ainda mais se vc alinhar a cordinha com o bico do peito.

A ilusão de ótica dele é quase uma plástica,  é a maior sedução.

Na praia vc não fica com um peitão mas a quatro paredes dá um show.

Agora no final das contas vc pode usar todos, depende da ocasião,  se vc vai desfilar por aí  vai encontrar toooodo mundo, arrase nos modelos da estação, se mantenha a sombra e com muito filtro  solar (é um horror o festival das marcas no seu peito).

Na hora que vc decidir realmente tomar sol esculpa a sua marca , com se fosse uma pintura no seu corpo, afinal a marquinha é importantíssima na hora H, o seio é um grande ícone do feminino


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Arquivado em MEUS LOOKS, NEM TE CONTO!, SEGREDOS DE ESTADO

Democracia da Arte e da informação


Talvez vc não conheça o Gejo, o Maldito, pessoalmente mas já deve ter visto a arte dele pelas ruas da cidade. Gejo é um dos famosos personagens urbanos que levou o grafite dos muros pras galerias.

olha ele aí assinando suas obras, originais e serigrafías

Mesmo tendo conquistado a elite paulista ele não perdeu sua essência, pelo lado maldito ele é crítico, protesta, questiona, dialoga com personagens dando asas a vermes peçonhetos pseudo asquerosos.

7º FreeArt Fest

Primeiro Gejo interferiu na poluição visual da cidade, ele e sua turma pegavam, a noite, essas placas do tipo “vende-se” grafitava e devolvia, assim a arte era deixada na rua, portas de edifîcios, esquinas, pontos de onibus, pra quem tivesse afim de pegar.

porta da galeria no dia da abertura do FreeArt Fest

A brincadeira do artista que nunca deixou a rua virou evento, o Free Art FEST a Monica Figueiras topou o festival  e abriu a galeria. A proposta é: os artistas doam obras e a população pode pegar de graça, o movimento formal aconteceu.

 

Eu conheci Gejo, o Maldito na rede social e ele me convidou a participar, doei 5 fotos do meu arquivo de casas de parteiras, uma pra cada edição.

11:00, maior fila lá fora, nem sinal das senha, mas olha ele aí montando a exposição

A 7º edição do Fre ART fest foi dia 26 de março, na véspera o jornal Destaque (de circulação livre) fez uma matéria, veja bem o “poder dos gratuitos” uma midia free notíciando uma galeria de elite que doava arte a população, esse era o assunto do lado de fora.

Sabadão ensolarado,  a fila na Bela Cintra chamava  atenção, o primeiro chegou as 6:00 da manhã. Eu me achando prudente cheguei as 10:00 (fui número 71), moradores do bairro não entendiam nada, “arte de graça?” Alguns moradores iam pra fila também.

o segurança não acreditava "vão dar os quadro de graça mesmo?"

Chegava gente, chegava gente… todas as idades, todas as classes sociais, todas as classes culturais, sem privilégio. Quer uma obra? Fique na fila! Senha as 11:00.

Eu perguntei pro pessoal da fila, todos estavam ali ou por meio do jornal gratuito ou por meio da rede social que também é gratuita.

o senhor de idade está no meio dessa fila, eu fiquei onde esta o carro

Simplesmente incrível estar vivendo isso! Nem idoso, nem criança, nem expositor todo mundo tinha o mesmo direito. “ É por órdem de chegada, fila, senha, uma obra por senha!”


Muito burburinho, 200 senhas distribuídas, depois as portas da galeria foram abertas, um entre e sai de gente, um vai e vem, cada um namorando uma obra,

até às 14:00 quando as portas foram fechadas, mais tumulto,

o primeiro da fila escolheu a rosa azul

música, dança, arte ao vivo lá fora

o prazer também era do artista que doou a foto ao ver que ela tinha sido escolhida

chamados de dez em dez números os privilegiados entravam e escolhiam uma obra

Esse menino chegou cedinho, no meio da história o pai reclamava, "eu tenho uma criança , eu tenho que ficar na fila? O menino tá com fome." Acho eu que fome de arte! rsss

cada um que saía era um alívio ou uma tristeza

"Eu queria o quadro que saiu no jornal"

Cada um com um sorriso no rosto.

Essa obra é minha, eu tenho senha!

O Gejo é reconhecido pelo grafite do tatu amarelo, na minha vez de escolher, encontrei um tatu vermelho, não tive dúvida, bateu aquela minha vocação de “essência do feminino” e eu pirei ao imaginar que era uma tatu menstruada num fundo cheio de rendas e fricotes verde amarelo.

Bendito seja essa “maldito” a próxima edição 30 de abril

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Chiara, a maga dos tecidos


Um final de tarde  de sexta feira e 7 mulheres reunidas, 6 aprendizes boquiabertas e deslumbradas quando Chiara Gadaleta começou a desfiar seus retalhos, no workshop do bazar #SSE, Ser Sustentável com Estilo.

Pura magia! Chiara Gadaleta é uma alquimista das textura, que enxerga através dos tecidos, corta, recorta, mistura e combina o incombinável. Os padrões se fundem com maestria.

A linha não tem só cor e movimento mas tem temperatura, ela pode se fundir, se dobrar, se sobrepor de uma forma simbiótica. O velho vira novo e ela usa e abusa de qualquer, restinho de fios, tecidos, bordados.

No workshop trançou-se linha, tecido, agulhas de crochê, sonhos, desabafos e depois de muitos resgates tentou-se costurar o mundo alem dos novelos pra laçar muitas outras mulheres com juras e promessas de novos encontros.

Que venha 2011!

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O Punk e a Gueixa


Dizem que identificamos um “punk” por causa do estilo do seu cabelo, um estilo que sobrevive há mais vinte anos…

Encontrei essa rapaz na fila da sala de embarque em Southampton. Dublin prometia.

Até os discretos ingleses ainda se surpreendem com o Style do moço

 

ele tava bem na minha mira

 

A receita pra esse penteado espetado  é muito simples, sabonete com um pouco de água e clara de ovo…. Imagina quantas dúzias de ovos pra tanto cabelo! E quantas pessoas pra ajudar a esticar? O cabelo pelo menos deve ficar lindo depois, clara de ovo é uma receita muito antiga pro cabelo.

Até o momento eu não tinha pensado na dificuldade do rapaz. Como contestar pode ser difícil!

Ele simplesmente não cabia na poltrona do avião, não dava pra encostar a cabeça na poltrona e na altura o cabelo batia no teto. Deu dó! A viagem toda com a cabeça torta e sem poder dormir.

Foi quando eu lembrei daquele travesseiro de gueixa

A gueixa gasta horas com o cabeleireiro para manter seu penteado. Quando vão dormir, recostam a cabeça em travesseiros especiais com uma cavidade no meio para que os penteados não se desfaçam. Passam a noite toda com o pescoço apoiado e dormem de barriga pra cima.

A palavra gueixa significa literalmente “pessoa da arte, artista“, e ela foi originalmente usada para designar comediantes e músicos que se apresentavam em festas particulares no século XVII.

As primeiras gueixas não foram mulheres, mas homens. Os otoko-geisha (artistas masculinos) eram especializados em entreter pequenas platéias

Olha só quanto sacrifício os homens já fizeram por seus cabelos, hoje muitos preferem ser carecas. Quando o tema é cabelo as mulheres sabem a raiva que dá em acordar com o cabelo todo amassado



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Explosões no Castelo de Edinburgh


muita cor e fumaça no cenário medieval

Domingo, dia 05 de setembro – a Princes Street Gardens, Edinburgh/ Escócia parecia a praia de Copacabana no final do ano (nas devidas proporções claro) para ouvir os 45 minutos de Fireworks Concert, lançados do famoso castelo medieval de 1.400 anos.

vistada cidade do topo do castelo dia 05/09/2010

O concerto que une pirotecnia e música encerra o maior festival de arte e cultura do mundo que chega a receber um milhão de pessoas e acontece anualmente nas três últimas semanas de agosto desde 1947

Edinburgh International Festival

Fireworks Concert

O castelo, naquele cenário noturno, envolvido em estrondos e nuvens de fumaça alimentava e enchia de mistério a nossa fantasia.

castelo de Edinburgh sobre um rochedo no ponto mais alto da cidade

Não era um show de fogos num castelo qualquer, (como o falso castelo da Cinderela na Disney), eram fogos e castelo de verdade. A rainha que morava nele foi ninguém menos que a lendária rainha escocesa Mary Stuart que foi decapitada pela prima inglesa Elisabeth I. Mary  Stuart teve vááários maridos e um filho James VI, nascido neste castelo dia 19/06/1566. O príncipe nasceu num quartinho minúsculo entre 10 e 11 da manhã, logo tiraram o bebe do colo da rainha para mostrá-lo ao pai, Lord Henry Darnley e à corte (mesmo naquela época já separavam as mães dos filhos. Nem rainha tem vez?). Mary foi coroada com 9 dias de nascida, seu filho foi coroado com 1 ano de idade, mesmo coroado com tanta precocidade James VI teve um papel de destaque na história, ele simplesmente unificou a Inglaterra e Escócia.

O castelo tem um significado muito especial para o escoceses. Os fogos são a apoteose do festival que é a maior badalação cultural do verão europeu. O dia ainda estava quente com finalzinho do verão, os bares cheios e muita energia na rua com gosto de fim de festa.

Há séculos nesse lugar era guardada a munição dos canhões, hoje estão fogos de artificio, o que antes era por motivo de guerra hoje é confraternização


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Vida de Garupa


Depois de ter fotografado 1.000 mães amamentando em Santos,  que tal fotografar 10.000 motocicletas juntas em Minas Gerais?

Um grupo motociclistas que adoravam Harley Davidson foram incentivados por um homem conhecido por Berg e escolheram Tiradentes como ponto de encontro para os amigos que vinham do Rio, Belo Horizonte e São Paulo. Esse encontro se tornou o clássico do clássico já que ter uma Harley é um ícone

O que começou com um grupo de 35 amigos em 1991, no ano seguinte já eram mais de 200 motos e hoje, 17 anos depois, já chega há 10.000 motos e 25 mil pessoas, sempre no último final de semana de junho.

nada melhor que passar a viagem com uma câmera na mão

Quinta- feira, nos encontramos no posto da Trabalhadores às 8:30 da manhã, o maior frio e eu com uma gripe danada. Eu poderia ter ido de carro com as mulheres de alguns amigos, mas do que vale uma viagem de moto se não enfrentar a garupa, faça chuva ou faça sol?

muitos pedágios na Trabalhadores e Dutra

No início da viagem estava muito frio pra mim. A Dutra é sempre muito tensa: caminhões, transito, mas ao entrar em Canas ( perto de Cachoeira Paulista) a viagem fica linda

Cruzar a Serra da Mantiqueira é maravilhoso, a estrada estava ótima, vazia, o asfalto sem buracos, o dia lindo e a temperatura começou a esquentar.

essa é minha parte favorita da viagem

Ser garupa normalmente é um papel bem feminino, (ainda não vi o inverso), tenho duas amigas que pilotam suas Harleys, acho o máximo mas não tenho esse pique. Adoro estar atrás, sentir o vento no rosto, vários cheiros diferentes, perceber o movimento do sol, adoro observar as sombras da moto projetada na paisagem.

Nós atravessamos várias cidadezinhas, todo mundo sai na janela pra ver o comboio, as crianças dão tchauzinho, os homens brindam com um copo de cerveja na mão, alguma mulheres olham de lado desejando estar também numa garupa.


Andar de motocicleta tem um “Q” de potência, de virilidade e de desafio, estar sendo guiada é uma experiência de papéis bem definidos do masculinos e feminino. Mesmo eu que  trabalho, me sustento e sou independente, gosto muito de estar sendo guiada e não ter que me preocupar. (É apenas uma manifestação do ser feminino).

A chegada a Tiradentes é junto com o cair da tarde, ficamos na pousada de charme Alforria, o Valério sempre nos recebe com chá de Erva cidreira natural e biscoitinhos caseiros. Nós ainda estávamos cheirando a gasolina, tomamos o chá quentinho tiramos as roupas de couro e a recompensa com um banho . Depois o encontro é no escrtório, apelido do bar Conto de Reis” pra tomar cachaça de Salinas.

A cidade fica lotada, as pousada são reservadas com 1 ano de antecedência, muitos estandes, badalação e o melhor são os ótimos restaurantes, bem requintados. Tiradentes é um dos pontos gastronômicos do país, vale a pena ir  pra lá, tem opções para todos os gostos. A arte e o artesanato são preciosos também, imperdível é a ida a Bichinho comer a comidinha mineira do restaurante da Angela também, lá foi o lugar que começou a Oficina de Agosto.


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Bafana Bafana, Vuvuzela e Shosholoza


Essas palavras entraram no nosso vocabulário depois da Copa na África do Sul

Bafana Bafana (rapazes, rapazes) – nome popular do time de futebol da África do Sul, (é como a nossa antiga seleção canarinho). Todo mundo usou uma camiseta Bafana Bafana pra dar uma forcinha pra eles. Eu vim com a mala cheia, pra dar de presente pra todo mundo, namorado, filho, irmão….

O esporte mais popular na África é o hugby,  todo mundo só fala nele, pricipalmente depois da campanha do Mandela com o time (veja o filme Invictus) que ajudou a colaborar com minimização das diferenças raciais. Futebol era o esporte mais comum entre as pessoas de baixa renda, visto em comunidades como Soweto, onde está o estádio ( basta o que passou na tv quem fez barulho em volta do estádio, são os turista, os adolescentes e os habitantes do bairro). Em algumas cidades como Johannesburg ainda há muita segregação O presidente da África do Sul, que é da tribo Zulu, para aumentar o envolvimento entre todas as classes sociais decretou, durante a copa, toda sexta-feira é a friday soccer e todos estavam liberados de usar uniforme e terno, pra usar as camisetas verde-amarelo. Era hilário, todo mundo nas escolas, hospitais aeroportos, restaurantes vestidos com as populares camisetas Bafana Bafana.

 

camiseta oficial

 

A camiseta oficial da África do Sul  custa Rand 600,00 quase US$100,00, é bem cara, na loja da FIFA em todos os aeroportos e shoppings, mas se vc quer comprar a camiseta escrita Bafana Bafana, o ideal é na Pick n Pay, um supermercado popular com os preços mais baixos que encontrei, custa uma media de Rand 90,00 a Rand 180,00


 

Dizem que 3 vuvuzelas tocando juntas já estouram nossos timpanos.

 

Vuvuzela é uma corneta de um metro de comprimento, que os torcedores tocam sem parar. A origem do nome pode ser Zulu “fazer barulho“, ou “vuvu” som que a corneta faz, ou ainda de gírias locais relacionadas à palavra para “chuveiro.”

O som delas está em todo lugar, na rua, na abertura da vinheta da tv, tem de todos os preços, de 40 a 200 Rands (lógico que me arrependi em ter trazido algumas pra casa). Nesse video eles ensinam a tocar.

 

Eu vi esse chapéu que ganhou o 1º prêmio em um concurso de torcida

 

Repare nos chapéus. Eles pegam um capacete, desses de obra e customizam, esse é uma outra característica da torcida da África do Sul entre todas as classs sociais.

Sholozasholoza é  hoje umas das canções mais populares entre todas as pessoas da África do Sul, mas originalmente era cantada por mineradores na minas de carvão ( no caso eram homens e de origem Zulu). Essa canção é uma súplica, um desabafo uma resposta enquanto trabalhavam em condições precarias. Hoje ela foi democratiza. Depois foi regravada para ser tema da vitória do Rugby World Cup, representando a união entre as raças com toda emoção e energia. Essa música é um dos temas do filme Invictus (Kenneth Turan) e já foi regravada em muitas versões e está sendo a trilha de todas as reportagens na tv, até no Jornal Nacional mas eu achei essa versão mais moderninha.

Me emocionei quando o time dos Bafana Bafana, liderado pelo nosso Parreira, deu uma camiseta para Nelson Mandela, como no filme Invictus. Tocaram as Vuvuzelas enquanto o povo cantava Shosholoza do lado de fora(a marcha para o trabalho).

 

 

morri de inveja do Parreira que esteve com Madiba

 

Isso é mama África!

Depois de ter passado um mês na África do Sul e com todo o meu envolvimento com o outro continente, posso considerar que meu segundo time, mesmo depois da copa é o Bafana Bafana

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