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Por que não é recomendado cesáreas a partir de 37 semanas de gestação?


O Conselho Federal de Medicina publicou uma Resolução,  junho de 2016, que define que um recém-nascido é considerado pronto para nascer no período de 39 semanas a 41 semanas. Contrariando esta recomendação, foi lançado um Projeto de Lei, PL nº5687, que libera cesáreas a partir de 37 semanas de gestação. Porém, não foram levados em conta os prejuízos para a saúde da mãe e do bebê. Pesquisadores das mais renomadas instituições do Brasil publicaram uma carta aberta contra o PL nº5687  apresentando os riscos, comprovados com  base em pesquisas científicas, de um bebê nascer antes do tempo. Decidi fazer um infográfico que resume essas informações. Uma cópia  da carta aberta escrita pelos pesquisadores está publicada abaixo.

Só o bebê sabe quando está pronto para nascer!

Bia Fioretti Infograf

Pesquisadores publicam carta aberta contra o PL nº5687 que libera cesáreas a partir               de 37 semanas de gestação.

Pesquisadores das instituições científicas abaixo relacionadas que atuam nos temas de redução da prematuridade e da melhoria do desenvolvimento infantil vêm a público se pronunciar contra o Projeto de Lei nº5687. Sob a alegação de defender a “autonomia da mulher e seu direito de escolha”, o PL libera cirurgias cesarianas a partir de 37 semanas de gestação, contrariando todas as evidências científicas que apontam prejuízos para a saúde da mãe e, principalmente, do bebê.

O PL nº5687 contraria recente Resolução 2.144/2016 do Conselho Federal de Medicina, divulgada em 22 de junho de 2016, que determina que um recém-nascido é considerado pronto para nascer no período que vai de 39 semanas a 41 semanas. A resolução segue normas do Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) e tem o objetivo de reduzir o nascimento de crianças imaturas, denominadas de termo precoce, que nascem entre 37 e 38 semanas e seis dias gestacionais. 

As últimas semanas de vida da criança dentro do útero e o trabalho de parto são fundamentalmente dedicadas à preparação fina do bebê para sua convivência com o mundo exterior. Isso inclui adaptações à pressão atmosférica, mudanças de temperatura, ruídos, luz, bactérias e a necessidade de respirar e se alimentar. A interrupção abrupta desse processo de amadurecimento, na 37ª semana, gera perdas múltiplas. A literatura científica tem mostrado que esse grupo de recém-nascidos apresenta maiores riscos para a sua saúde a curto, médio e longo prazo.

A Pesquisa Nascer no Brasil, realizada em 2011-2012 com 24.000 mulheres sob a coordenação da Fundação Fiocruz, mostrou que 35% dos recém-nascidos brasileiros nasceram com 37 semanas, a termo precoce. Isso corresponde a mais de um milhão de bebês imaturos. Eles apresentaram um risco quatro vezes maior de morte ao nascer e duas vezes maior de internação em UTI neonatal em relação aos nascidos com 39 semanas de gestação. Quando esses nascimentos se deram por meio de uma cesariana, os riscos aumentaram para 10 e três vezes, respectivamente.

Os dados brasileiros são coerentes com a literatura científica, que aponta não somente riscos para a saúde dos recém-nascidos imediatamente após o nascimento como também nos primeiros meses de vida. Na Pesquisa Nascer no Brasil, a taxa de reinternação hospitalar foi de 9,5% para os bebês a termo precoce, 50% acima do ocorrido para os nascidos a partir de 39 semanas. Prejuízos para o aleitamento materno também foram verificados. Além disso, maiores gastos hospitalares sobrecarregam o sistema de saúde já carente de financiamento.

A literatura científica internacional também descreve danos a longo prazo, como maior risco de morte e hospitalização na infância (também verificado em estudo de coortes de Pelotas-RS) e maiores chances de desenvolver obesidade, hipertensão, diabetes, asma e alergia na vida adulta. As pesquisas identificaram também prejuízos ao aprendizado de línguas e de matemática e pior desempenho escolar.

Considerando-se apenas os bebês nascidos entre 37 e 38 semanas por cesariana, sem qualquer doença materna ou fetal, chega-se ao número de 300.000 recém-nascidos submetidos anualmente a todos esses riscos desnecessários no Brasil.

Diante dessas evidências científicas, nos posicionamos veementemente contra o Projeto de Lei nº 5687 por considerá-lo um retrocesso e um desserviço ao esforço que o país tem feito nos últimos anos para promover a saúde, principalmente no período de gestação e de nascimento, e reduzir doenças e mortes maternas e infantis.

É importante ressaltar que somos defensores da autonomia ampla da mulher, desde que ela seja exercida por meio da escolha informada, consciente e baseada em evidências científicas. Acreditamos que repassar exclusivamente para a gestante a decisão sobre o momento e tipo de parto significa isentar de responsabilidade o profissional que realiza o pré-natal e o parto. Essa decisão deve ser uma escolha consciente e compartilhada entre família e equipe de saúde.

Além disso, consideramos que é preciso investir na qualidade do atendimento à mulher no pré-natal, durante e depois do parto com um cuidado centrado em suas necessidades. Isso elimina o excesso de intervenções obstétricas desnecessárias que acabam por funcionar como propaganda para as cesarianas, que somente deveriam ser realizadas por justificada indicação clínica.

Como pesquisadores e profissionais de saúde, é nosso papel defender os direitos de todos os bebês brasileiros de completarem seu desenvolvimento intrauterino e terem assegurada uma assistência adequada no nascimento e uma vida futura saudável, com capacidade de atingir todo o seu potencial de crescimento, desenvolvimento e inserção social. A privação desses direitos é eticamente inadmissível. 

 

Antonio Fernandes Moron – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-SP)

Bernardo Jefferson de Oliveira – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG-MG)

Carmen Gracinda Silvan Scochi – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (USP-SP)

Iná S. Santos – Universidade Federal de Pelotas (UFPel-RS)

José Guilherme Cecatti – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP)

José Maria Lopes – Instituto Fernandes Figueira (IFF-RJ)

José Simon Camelo Júnior – Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP-SP)

Luiz Roesch – Universidade Federal do Pampa (Unipampa-RS)

Marcos Augusto Bastos Dias – FIOCRUZ (RJ)

Maria da Conceição do Rosário – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-SP)

Maria do Carmo Leal – Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ (RJ)

Maria Yury Travassos Ichihara – Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz/FIOCRUZ (BA)

Mauricio Lima Barreto – Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz/FIOCRUZ (BA)

Paulo Saldiva – Universidade de São Paulo (USP-SP)

Renato Soilbelmann Procianoy – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS-RS)

Rita de Cássia Silveira – Hospital das Clínicas de Porto Alegre – (HCPA-RS)

Rodolfo de Carvalho Pacagnella – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP-SP)

Silvia Regina Dias Medici Saldiva – Instituto de Saúde (IS-SP)

Sonia Isoyama Venancio – Instituto de Saúde de São Paulo (SP)

Sônia Lansky – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG-MG)

Tania Maria Ruffoni Ortiga – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ-RJ)

 

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Arquivado em Bebes e Mamães, informações em saúde, parto e nascimento

Maria, parteira do próprio filho


A celebração do Natal (independente do aspecto religioso) é um período que se comemora um nascimento natural. Uma mulher que deu a luz  estando só, onde foi respeitado as forças da natureza, depois esse nascimento foi abençoado e brindado por reis e por astros.

Baltazar, árabe, levou incenso simbolizando a divindade do Menino Jesus
Belchior, indiano, levou ouro – um reconhecimento a Realeza
Gaspar era etíope, levou  mirra que simbolizou a Humanidade de Jesus

Que esse momento sirva, para os dias de hoje, como uma reflexão e exemplo para nascimentos abençoados e saudáveis. Esse vídeo é um poema brasileiro, não deixe de ver.

The celebration of Christmas (regardless of the religious aspect) is a time that marks a natural birth. A woman who gave birth standing alone, where she met the forces of nature, then this birth was blessed by kings and stars.

This celebration serves for us at this time as a reflection and an example for healthy births.


La celebración de la Navidad (con independencia del aspecto religioso) es un momento que marca un parto natural. Una mujer que dio a luz por sí solo, donde se reunió con las fuerzas de la naturaleza, este nacimiento fue bendecido por los reyes y las estrellas.

Ese momento sirve para el día de hoy, como un reflejo y un ejemplo para los nacimientos saludables.


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1º Direito da Criança


 

bebe nascido de parteira no cerrado nordestino

 

O Primeiro Direto do ser Humano é:

escolher o DIA a HORA e o LUGAR

de nascer

Essa é uma verdade inquestionável, se tudo estiver bem com a mãe e o bebe.

Nas minhas andanças por esses Brasis ouvi essa frase de uma parteira que entrevistei no meu projeto Mães da Pátria. Por respeitar esse direito elas estão sempre a disposição, não antecipam, não aceleram, simplesmente respeitam o tempo de cada um, da mãe e do bebe. Não falo só da parteira tradicional daquela temos na memória, também as parteiras, midwives, formadas no Brasil e pelo mundo pensam da mesma forma.

Mesmo se a mãe decidir por uma cesariana dá pra respeitar esse direito do bebe se esperar um dos sinais de trabalho de parto. Hoje em dia os médicos estão antecipando a data do nascimento indiscriminadamente, eles argumentam que se o bebe já está pronto porque esperar: Vc não está louca pra se livrar dessa barriga? Se a criança nascer com menos de 3 kg, a mãe não for fumante, nem hipertensa, ele nasceu antes da hora. O bebe pode até recuperar rápido num primeiro momento, mas depois ele sentirá o tempo que faltou, emocionalmente, manifestando uma série de sintomas psicossomáticos, inclusive insegurança e ansiedade.

Respeite o tempo do seu bebe, respeite o tempo da natureza!

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A História da Mãe de Francisco


Parto Normal depois de 3 cesáreas

Mesmo depois do nascimento do 3º filho ela não sentia que tinha parido.

Na quarta gestação ela se preparou de dentro pra fora e acreditou que era capaz de ter um bebe de parto normal (no hospital) mesmo depois da 3ª cesárea.

Homenagem do Movimento de Resgate da Essência do Feminino – Mães da Pátria à Larissa que acreditou que era capaz e resgatou seu instinto.

Valeu Larissa, em ter postado o vídeo com sua história e encorajar muitas mulheres a confiar que esse sonho é possível! Me emocionou, obrigada.

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A Marieta pariu em casa


Marieta com Gigi 2 meses de idade

Conheci a Marieta num encontro de parteiras tradicionais em Brasilia, ela teve a Gigi em casa com o marido, uma parteira e uma doula ( acompanha e cuida da gestante, faz massagem, chás, banhos antes e depois do parto). Convidei a Marieta pra dar um depoimento:

“Durante a gravidez, optei por ter minha filha em casa. Eu sabia, no fundo, que se fosse pro hospital, as chances de ter uma cesárea eram enormes. Por essa e por várias outras razões, decidi procurar uma parteira e me preparar para essa aventura.

Eu queria parir a minha filha, não queria que ninguém fizesse isso por mim.

Li muito, estudei, me informei e ganhei confiança no meu corpo e na minha capacidade de parir. Eu não queria anestesia, oxitocina, episiotomia, epidural, soro, bisturi… não queria nada disso.

Queria sentir o instinto primitivo da mãe que dá a luz e amamenta seu filhote. Eu queria viver esse momento verdadeiramente, consciente e lúcida.

Eu costumo dizer que, hoje em dia, para ter seu filho de forma natural, é preciso lutar muito. E eu lutei.

Primeiro para convencer a minha mãe de que eu não estava completamente louca e que um parto em casa é seguro, sim, senhor. Depois tive que ter muita paciência ao escutar inúmeros comentários absurdos, grosseiros e desrespeitosos.

Eu não falei pra quase ninguém, poucas pessoas sabiam dos meus planos. Eu preferia não falar pra evitar o desgaste, pra evitar o estresse. Até porque as pessoas sempre acham que sabem o que é melhor pra você. Mas, tudo bem. Segui com meus planos até o final.

Me preparei fisicamente, psicologicamente, espiritualmente.

Fiquei vinte e duas horas em trabalho de parto e pari a minha filha em casa, ao lado da cama onde ela foi gerada, de cócoras, com a ajuda do meu marido, de uma parteira, de uma doula e sob os olhares carinhosos de minha mãe.

Foi simplesmente a experiência mais linda e enriquecedora da minha vida. E o melhor de tudo: foi o dia em que conheci Gigi, minha florzinha mais amada do mundo! Salve, salve, Gigi!!!”

Salve, salve Marieta uma verdadeira mulher, heroína da sua própria história. Marieta e Paloma fazem parte do meu projeto pessoal Mães da Pátria, Resgate da Essência do Feminino através das Parteiras que conta histórias de “mulheres de verdade” conectadas com o feminino.

Gigi, Marieta e a Paloma que esteve com elas durante o parto

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Dar o Peito é o Máximo!


Sema Mundial De Aleitamento Materno

de 1º a 7 de agosto

Caludia Leite campanha 2009

Todos os anos mais de 10.000.000 ( dez milhões) de crianças, com menos de 5 anos, morrem no mundo de doenças, que poderiam ter sido evitadas, se elas tivessem, no minimo, sido amamentadas exclusivamente até os 6 meses de vida.

Vanessa Lois e Thiago Lacerda 2007

Em 1990 foi criado pela Organização Mundial de Saúde e a UNICEF, um tratado chamado “ Declaração de Innocenti” para apoiar a amamentação em todo mundo  que tem como base:

• implantar com eficiência os 10 passos para o sucesso da amamentaçãoem todas as maternidades.

• Implementar o Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno e todas as resoluções relevantes da Assembléia Mundial de Saúde;

• Adotar legislação que proteja a mulher que amamenta no trabalho.

Dira Paes 2008

Pra que tudo isso fosse cumprido foi criado a WABA Aliança Mundial de Ação pró-Amamentação e a Semana Mundial de Aleitamento Materno, no Brasil o Ministério da Saúde e a Sociedade de Pediatria apoiam a campanha (ainda não lançada a campanha de 2010, quem será a escolhida)

BREASTFEEDING ~ Just 10 Steps! The Baby-Friendly Way

Os 10 passos para se tornar um entidade amiga da Amamentação são:

1. Ter uma política de promoção do aleitamento materno, afixada, a transmitir regularmente a toda a equipa de cuida dos de saúde.

2. Dar formação à equipa de cuidados de saúde para que implemente esta política.

3. Informar todas as grávidas sobre as vantagens e a prática do aleitamento materno.

Luiza Tomé 2003

4. Ajudar as mães a iniciarem o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento.

5. Mostrar às mães como amamentar e manter a lactação, mesmo que tenham de ser separadas dos seus filhos temporariamente.

6. Não dar ao recém-nascido nenhum outro alimento ou líquido além do leite materno, a não ser que seja segundo indicação médica.

7. Praticar o alojamento conjunto: permitir que as mães e os bebês permaneçam juntos 24 horas por dia.

Isabel Filardis 2001

8. Dar de mamar sempre que o bebê queira.

9. Não dar tetinas ou chupetas às crianças amamentadas ao peito, até que esteja bem estabelecida a lactação.

10. Encorajar a criação de grupos de apoio ao aleitamento materno, encaminhando as mães para estes, após a alta do hospital ou da maternidade.

Glória Pires 2000

Esse ano será a 20ª semana e ela é simultânea em 120 países do dia 1º ao dia 7 de agosto, As campanhas da OMS são é implantadas em 14 idiomas diferentes, no Brasil é criada uma campanha própria.

A Semana Mundial de Aleitamento Materno será comemorada em vários eventos pelo Brasil vamos lá dar uma força e divulgar entre as mamães

SÃO PAULO-  no Horto Florestal, na zona Norte, com uma Caminhada de Incentivo ao Aleitamento, que acontecerá no dia 1º de agosto às 10:00h

No RIO DE JANEIRO o evento será no Leme é organizado  pelas AMIGAS DO PEITO, dia 1º de agosto às 9 horas!

Luiza Brunet 1999

Parabéns as mulheres que participaram dessas campanhas com orgulho de amamentar seus filhos e não tiveram vergonha de mostrar o peito publicamente. A brasileira não tem o hábito de amamentar em público, mais uma vez são as atrizes as modelos que inspiram muitas mamães!

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De peito aberto


As meninas da Michele ficaram só no peito por 6 meses e continuam com 11 meses, o filho mais velho mamou por 5 anos

Imagine mais de 1.000 mães, juntas na beira da praia amamentando ao mesmo tempo, seus vigorosos e privilegiados bebes, numa ação a favor da amamentação. Mulheres de todas as idades, de todas as cores, raças unidas pela igualdade do direito da criança.

Quando soube, pela minhas queridas Amigas do Peito (que me hospedaram no cafofo da ONG), que esse movimento aconteceria em Santos, não pensei duas vezes me mandei pra Santos, não poderia perder essas fotos.

Essa iniciativa foi a abertura pública do XI Encontro Nacional de Aleitamento Materno – ENAM e Encontro Nacional de Alimentação Complementar Saudável – ENACS, que começa hoje dia 10 de junho.

imagine mais de 100 bebe no peito ao mesmo tempo

Organizado pela Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar em parceria com a Secretária da Saúde de São Paulo. Pra trazer todo mundo pra cá eles fizeram parcerias com 8 municípios. A presidente de Enam é a Tereza Setsuko Toma, e do Ibfan, Rosana De Divitis


A pediatra e coordenadora do Centro de Lactação de Santos, Keiko M. Teruya, (emoção em pessoa) disse que a Baixada Santista tem ótimos índices de amamentação.


A prefeita de Peruíbe, Milena Bargieri, deu seu depoimento empoderando todas as mães que estavam lá e conseguiu arrancar até lagrimas ao contar da sua luta ao vencer o pavor que tinha de interromper a amamentação pra voltar ao trabalho.Ela conseguiu driblar o protocolo e mantém a amamentação até hoje (a menina está com 1 ano e oito meses), lá estava ela com sua filhota amamentando publicamente a menina junto com todas as outras mães.


Foi pura emoção!

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